sexta-feira, 30 de maio de 2014

BALADA DE EMILY BRONTË, POEMA DE TASSO DA SILVEIRA



Emily Jane Brontë


BALADA DE EMILY BRONTË, POEMA DE TASSO DA SILVEIRA

No Morro do Vento Uivante,
o vento passa uivando, uivando...
No Morro do Vento Uivante
há um casarão vazio
cheio de salas vazias
e corredores vazios...
A noite toda uma porta
geme agoniadamente.
Pelas vidraças partidas
silvam longos assovios,
no ar de abandono e de medo
passam bruscos arrepios...
No Morro do Vento Uivante
o vento passa...
Emily Brontë
não pares a história... Conta!
conta, conta, conta, conta!
Dá-me outra vez aquele medo
que encheu minha infância morta
de sonhos e de arrepios...
No Morro do Vento Uivante
Depois que os anos passaram
como ficaram meus dias
vazios... vazios...

4 comentários:

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

30/05/14, BALADA DE EMILY BRONTË, POEMA DE TASSO DA SILVEIRA.
Renata Cordeiro

MarcioBuriti Textos disse...

Beleza? Reminiscência? Reminiscência bonita. Muito bom reviver. Obrigado, Renata.

São disse...

Um vídeo à medida do intenso romance de Emily, realçado pela extraordinária voz de Kate Bush.

DEsconhecia a Balada de Silveira, mas agradou-me muito

Minha querida, abraço grande

Elvira Carvalho disse...

Um poema que desconhecia e me agradou, um filme que me proporcionou um belo momento de lazer e me trouxe à memória algumas recordações.
Um abraço e uma boa semana