quinta-feira, 15 de outubro de 2009

FORA DE ALCANCE



FORA DE ALCANCE


Sabia que os sinais

Não estavam certos

Fui tola

Por um tempo

Louca

Por ti

E agora sinto-me

Qual boba

Tão confusa, com minh´alma machucada

Será que por ti eu já fui amada?

Fora de alcance, tão distante

Jamais tive o teu coração

Fora de alcance, não via, não percebia

Não era mesmo para ficarmos juntos

Estou desesperada

Sinto-me sufocar e fico aqui

Mantendo-me ocupada todo dia

Sei que bem ficarei sem ti

Mas agora estou

Tão confusa, com minh´alma machucada,

Será que já por ti fui amada?

Fora de alcance, tão distante

Jamais me deste o teu coração

Fora de alcance, não via, não percebia

Não era mesmo para ficarmos juntos

Tanto sofrimento, tanta dor

Leva um tempo para repor

O que está perdido no interior

E com o tempo, espero

Que tu me escapes da mente

E que eu o superes

Mas agora estou

Tão confusa, com minh´alma machucada

Será que por ti já fui amada?

Fora de alcance, tão distante

Jamais tive o teu coração

Fora de alcance, não via, não percebia

Não era mesmo para ficarmos juntos

Fora de alcance, tão distante

Jamais me deste o teu coração

E posso enxergar, percerber, ao meu alcance

Que há uma vida esperando-me lá fora

Agora...

OUT OF REACH

TRADUÇÃO DE RENATA CORDEIRO

Flor-4778


9 comentários:

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Publico poesia multilingue em nosso Blogue, porque hoje é preciso.
Renata Cordeiro

Luciana disse...

Rê amiga que linda ficou essa postagem adoro essa música.
Bjs com carinho

cristal de uma mulher disse...

belissima eu adorei vir aqui mais uma vez..meu beijo de luz

Lídia Borges disse...

Aquilo que não tem remédio, remediado está.

Boa a música!

Um beijo

Vivian disse...

...nada fica fora de alcance
quando nossos pés resolvem
se levantar...

que delícia de post!

beijo!

Daniel Costa disse...

Renata

Senti o poema, como um mimo a mexer com a minha sensibilidade.
Achei-o com uma toada, uma batida muito interessante, a reler mais pausadamente mais interessado fiquei. Um belo poema, continua a dar conta da tua especial visão poética.
Agora digo eu: Embora, por vezes pressinta, o trabalho da tua mente, sou sempre assaltado por dúvidas, dada a tua versatilidade.
Sem peneiras (palavra aqui muito utilizada no caso), para e não te reconhecer sempre, logo nas primeiras linhas, é porque és muito imprevisível.
Uma sugestão: heterónimos!
Fica bem, com beijos.
Daniel

Marta disse...

Uma maravilha, Renata...
Nem sempre as coisas estão "out of reach"...
Leva-se tempo, mas chega-se ao horizonte perdido....
Gostei muito,
Beijos e abraços
Marta

Carlos Albuquerque disse...

Olá Renata!
Vi vc nos meus seguidores. Agradeço a distinção. Cheguei para conhecê-la. Obrigado por me receber assim com este post tão sensível.
Voltarei.
BJS

José disse...

Olá Renata,
vim conhecer melhor o seu blog,
e fiquei encantado com tudo o que vi por aqui,este poema é uma maravilha,
prometo que voltarei mais vezes.

um abraço.