quarta-feira, 8 de julho de 2009

SEREIA, POEMA DE DANIEL COSTA


SEREIA
Daniel Costa
Num certo dia de Outubro
Dei um mergulho no Baleal
Passara à Atouguia da Baleia
Perto de S. Leonardo, a Catedral
Não estava acompanhado
Olhando a lua cheia
Surgiu uma bonita sereia
Conversa agradável meteu
Insensível à beleza, não serei eu
Com promessas agradeceu
Regressando por Atouguia da Baleia
Com o mavioso canto de sereia
Brejeira, solicitou boleia
Afinal queria farra,
Em noite de lua cheia
Cada vez mais a voz encantava
A isso não ligava
O tom de beleza admirava
Não me comovia
Outro compromisso importava
A sereia não sonhou
Nessa noite de lua cheia
Até madrugava, como planeava

6 comentários:

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Publiquei este poema para prestigiar o amigo blogueiro Daniel Costa, e também porque adoro o tema.
Renata Cordeiro

Luciana disse...

Também gosto de sereias.
Bjs

MEUS POEMAS disse...

Maravilhoso, Renata.
Fatima

VIOLINO disse...

Ser mitológico dos sonhos dos homens...

LUÍS disse...

Pudera eu fazer um poema assim.
Beijos do Luís

Daniel Costa disse...

Renata

(Reli) e os comentários, especiamente, o teu emocinam-me.
Agradeço, fiquei sem palavras!

Beijo,
Daniel